As glândulas salivares (parótida, submandibular) podem formar nódulos, inflamar ou acumular pedras. A maioria dos casos é benigna, e todos merecem avaliação de quem opera a região.
O caroço na frente da orelha que surgiu devagar. O inchaço embaixo da mandíbula que dói na hora de comer. A bochecha que inflamou do nada. Todos esses caminhos levam às glândulas salivares.
Cada história tem uma causa própria: tumores (a maioria benigna, especialmente na parótida), pedras que entopem o canal da saliva (por isso a dor ao comer) e inflamações. Tratamentos completamente diferentes, que começam no mesmo lugar: o diagnóstico certo.
Tumor benigno de parótida também merece atenção: ele continua crescendo, e quanto maior, mais delicada a cirurgia, porque o nervo do sorriso (nervo facial) atravessa a glândula. Avaliar cedo é operar menor, quando precisar operar.
Exame físico especializado e ultrassom na própria consulta separam tumor, pedra e inflamação: três problemas com três caminhos diferentes.
Quando indicada, a punção guiada por ultrassom é feita na hora. Exames complementares são pedidos com objetivo claro.
Quando operar é o caminho, a preservação do nervo facial é a prioridade técnica da cirurgia, feita por cirurgiã de cabeça e pescoço.
Quando apareceu, se dói ao comer, se inflamou. Cada detalhe aponta para uma causa diferente.
Exame da região e ultrassom feitos ali, pela própria cirurgiã, com a tela do seu lado.
Punção guiada por ultrassom na hora, com anestesia local e material enviado no mesmo dia.
O plano escrito: o que fazer, quando voltar e quais caminhos existem no seu caso.
Cerca de 60 minutos, com tempo real para examinar, ouvir e explicar — com ultrassom da região na própria consulta.
A primeira consulta já inclui retorno em até 30 dias, sem custo adicional.
Você recebe a nota fiscal para reembolso do plano de saúde e para o Imposto de Renda.
Atendimento presencial nas duas cidades. Traga seus exames.
Traga exames anteriores, se tiver. A punção, quando indicada, é informada no agendamento.
Agendar pelo WhatsAppEspecialista em cirurgia de cabeça e pescoço, com atuação dedicada à tireoide — no espectro cirúrgico e não cirúrgico.
“Avaliar cedo é operar menor, quando precisar operar.”
“Excelente profissional, muito atenciosa. Com seu atendimento humanizado me senti acolhida e segura para solucionarmos o problema.”
Carla Fernanda · Google“Procurei um profissional pra tirar todas as minhas dúvidas e achei. Saí da consulta bem menos preocupada com a situação.”
Simone N. · Google“Atendimento excepcional, com cuidado atento aos detalhes. Me senti diante da melhor cirurgiã.”
Cristiane M. · GoogleNa maioria das vezes, não: a maior parte dos tumores de parótida é benigna. Ainda assim, eles crescem com o tempo, e por isso a avaliação e o acompanhamento importam.
Esse é o sinal clássico da pedra salivar: o canal entope, a saliva represa e a glândula incha e dói na refeição. Tem tratamento, e o diagnóstico é o primeiro passo.
O nervo facial atravessa a parótida, e preservá-lo é a prioridade técnica dessa cirurgia. É exatamente por isso que ela deve ser feita por especialista na região.
Depende da causa. Algumas situações permitem acompanhar, outras pedem tratamento pra não crescer o problema. É a avaliação que separa uma da outra.
Dê nome ao caroço e um caminho ao seu caso
Exame físico especializado e ultrassom na mesma consulta.
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